Graduação em Filosofia pela Pontifícia
Universidade Católica de Campinas (1962); graduação em Filosofia - Universite
Catholique de Louvain (1965); mestrado em Filosofia - Université Catholique de
Louvain (1966); doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de
São Paulo (1973); pós-doutorado realizado na École Normale Supérieure de Paris
(1999). Atualmente é professora titular da Pontifícia Universidade Católica de
São Paulo. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da
Filosofia, atuando principalmente com os seguintes temas: filosofia e história
da filosofia, leitura filosófica, conhecimento e verdade. (Fonte:
Currículo Lattes)
Pontos de debate sobre o texto:
- Primeiro momento: Entendimento de que primeiramente, por que não apenas "Foucault"? Porque a simples
expressão é um nome próprio e faz pensar na pessoa quando, coerentemente com o
método foucaultiano, não nos ateremos aqui ao homem, mas aos seus escritos. A
partir disto o debate seguiu com uma análise feita por Prof. Nelson de que a
modernidade organiza a sociedade de uma forma tão racional que o trabalho perde
a possibilidade do homem ser e/ou estar “livre”. Sendo assim a exploração moderna
é racional ela é consciente.
- Segundo momento: O que é
loucura?
- A partir do entendimento
de que Foucault que nossa sociedade tem a pretensão de Unificar o que não é
verdade, pois ela é multifacetada, porque
parte-se do entendimento filosófico nas suas diversas formas de expressões ela
desafia a Sociedade a questionar os fundamentos das formas de pensar.
- Sobre Conceitos:
A loucura coloca sobre suspeita a Subjetividade, posto
que a loucura é uma experiência. E o conceito é uma ideia que busca nas diversas
percepções criar um conceito portanto a loucura é multifacetada.
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