Olá
Pessoal!
Esta
é minha primeira postagem no blog, espero superar esta barreira e junto com
vocês também compartilhar os meus entendimentos. Até o momento não me sentia
segura o suficiente de blogar, mas, tudo é um começo!
Antes
de tudo, gostaria de agradecer aos professores pelas valiosas informações e principalmente
a Professora Dra. Elenise com a proposta de nos fazer entender o desenrolar das
ciências e seus pensadores, o que contribuirá para desmistificar a nossa metodologia,
entre o sujeito e objeto.
Bem,
sobre o texto passado "Um Discurso Sobre as Ciências", percebe-se o
longo atraso das ciências sociais em relação às ciências naturais e evidente
também que os pensadores da época do século XVI enveredaram os seus estudos
para o lado paradigmática das ciências naturais, buscando sempre um
pré-paradigma nos entendimentos dos conflitos sociais e humanos:
“Nagel tenta demonstrar
que a oposição entre as ciências sociais e as ciências naturais não é tão
linear quanto se julga e que, na medida em que há diferenças, elas são superáveis
ou negligenciáveis. Reconhece, no entanto, que a superação dos obstáculos nem
sempre é fácil e que essa é a razão principal do atraso das ciências sociais em
relação às ciências naturais (p.21)".
"Thomas
Kuhn o atraso das ciências sociais é dado pelo caráter pré-paradigmático destas
ciências, ao contrário das ciências naturais, essas sim paradigmáticas (p. 21).
"Nas
ciências sociais não há consenso paradigmático", pois as ciências sociais
são subjetivas, compreende as atitudes mentais e os sentidos conferidos nas
ações humanas, logo, não poderá ser explicado ou entendido com base somente em características
exteriores e objetivas. Daí a crise do Paradigma dominante e a necessidade de
um Paradigma Emergente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário