segunda-feira, 28 de abril de 2014

Olá Pessoal!
Esta é minha primeira postagem no blog, espero superar esta barreira e junto com vocês também compartilhar os meus entendimentos. Até o momento não me sentia segura o suficiente de blogar, mas, tudo é um começo!
Antes de tudo, gostaria de agradecer aos professores pelas valiosas informações e principalmente a Professora Dra. Elenise com a proposta de nos fazer entender o desenrolar das ciências e seus pensadores, o que contribuirá para desmistificar a nossa metodologia, entre o sujeito e objeto.
Bem, sobre o texto passado "Um Discurso Sobre as Ciências", percebe-se o longo atraso das ciências sociais em relação às ciências naturais e evidente também que os pensadores da época do século XVI enveredaram os seus estudos para o lado paradigmática das ciências naturais, buscando sempre um pré-paradigma nos entendimentos dos conflitos sociais e humanos:
“Nagel tenta demonstrar que a oposição entre as ciências sociais e as ciências naturais não é tão linear quanto se julga e que, na medida em que há diferenças, elas são superáveis ou negligenciáveis. Reconhece, no entanto, que a superação dos obstáculos nem sempre é fácil e que essa é a razão principal do atraso das ciências sociais em relação às ciências naturais (p.21)".
"Thomas Kuhn o atraso das ciências sociais é dado pelo caráter pré-paradigmático destas ciências, ao contrário das ciências naturais, essas sim paradigmáticas (p. 21).
"Nas ciências sociais não há consenso paradigmático", pois as ciências sociais são subjetivas, compreende as atitudes mentais e os sentidos conferidos nas ações humanas, logo, não poderá ser explicado ou entendido com base somente em características exteriores e objetivas. Daí a crise do Paradigma dominante e a necessidade de um Paradigma Emergente.


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